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sexta-feira, 20 de março de 2009

MISSÃO CUMPRIDA

Uma reflexão do médico e missionário Albert Schweitzer, ganhador do Nobel em 1952;
"Todos nós conhecemos uma doença na África Central chamada de doença do sono. O que precisamos saber é que existe uma doença semelhante que ataca a alma - e que é muito perigosa, porque se instala sem ser percebida. Quando você notar o menor sinal de indiferença e de falta de entusiasmo com relação ao seu semelhante, fique alerta!”

Acabamos de perder um brasileiro, grande estilista e celebridade polemica, que nunca foi tocado pela indiferença. Ele não só dizia o que pensava, como se preocupava com o ser humano. Amado por alguns, odiado por outros, Clodovil deixou sua marca. Não só na moda, mas em outros tantos segmentos.
Uma das suas tantas frases; “Não me importo com o que falam pelas minhas costas. Meu traseiro não tem ouvido”
Um video do meu parceiro Eduardo Dussek, no extinto programa Clodovil, na TV Manchete em 1993. Coincidentemente, essa música foi feita por Dussek para um amigo que tinha acabado de partir. “Contatos”.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

DUSSEK DE QUARTA


De repente, Eduardo Dussek chegou de Curitiba pra fazer um show no bar Brahma, na quarta passada – 9 de julho - e me ligou. Imagine se eu iria perder essa...

Dussek pode fazer – se ele quiser – o mesmo show, mil vezes e sempre será diferente. Não adianta ele dizer que seu show é um improviso devidamente ensaiado. São duas horas de surpreendentes curiosidades e altíssimo astral (um amigo meu disse que se curou da gripe, depois do seu show).
Brincadeiras á parte, foi muito bom ouvir de novo suas canções e também a interpretação que só ele daria pra minha canção.

Lá pras tantas (a casa lotada), Cauby Peixoto que estava na platéia, concordou em dar uma “canja”, cantando uma canção de Dussek, com ele. Imperdível.
Canções como “Brega e Chique (Doméstica)”, “Aventura”, “Cabelos Negros”, “Cantando no banheiro” são eternas. Principalmente na interpretação de um artista com pleno domínio da sua platéia a ponto de conseguir com que no “Rock da cachorra”, toda a platéia "latisse" junto com ele.
Um artista assim completo – cantor, ator, escritor, compositor, pianista – não é comum no nosso país. Inteligente, elegante, educado e ainda por cima bonito.
Eu me sinto previlegiada por ter um parceiro desse porte. Fizemos juntos várias canções (Sou eu, Quem é você, Música e Letra, etc.) e se Deus quiser faremos outras mais. Nossa parceria sempre deu sorte; música-tema de shows, de novelas, gravadas por excelentes intérpretes, incluindo ele mesmo.
Dussek deve ficar no mínimo um mês no Bar Brahma, todas as quartas, às 22hs. Se eu fosse você iria lá pra conferir. Ele é no mínimo, o máximo. - Foto -  no camarim depois do show; Malcolm Forest, Dussek e eu